13 de out. de 2009

Poder Judiciário terá comunicação unificada para informar melhor a sociedade

Poder Judiciário terá comunicação unificada para informar melhor a sociedade


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou resolução que cria uma política nacional de comunicação para o Poder Judiciário. O objetivo é aprimorar a comunicação entre os tribunais e o público externo com a adoção de uma linguagem clara e acessível que possibilite a transparência das informações.

Esse trabalho será exercido pelo Sistema de Comunicação do Poder Judiciário (SICJUS) do qual fará parte a Assessoria de Comunicação do CNJ e as demais áreas de comunicação dos tribunais superiores, tribunais estaduais e tribunais federais.

De acordo com a resolução, a medida é necessária “considerando a crescente exigência da sociedade por uma comunicação de maior qualidade, eficiência e transparência capaz de facilitar o conhecimento e acesso dos cidadãos aos serviços do Poder Judiciário”.
Fonte: Rondônia Jurídico.

Audiência pública sobre Comunicação

“Comunicação: meios para a construção de direitos e da cidadania na era digital” foi o tema de uma audiência pública, realizada na noite da última terça-feira, 06, no plenário da Câmara.
O debate como um todo, tanto da audiência como da conferência intermunicipal, faz parte da preparação regional e estadual para a I Conferência Nacional de Comunicação que será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009. Neste propósito, na Serra Catarinense, uma Comissão Regional composta por diversos segmentos da sociedade está articulando o processo de preparação e articulação para a Conferência Nacional
Participaram da mesa de trabalhos da audiência pública, Inea Arioli e Iran Rosa de Moraes, que integram a Comissão Regional, e o jornalista Paulo Derengoski que expuseram a necessidade e a importância da discussão sobre a comunicação no país.

“É necessário entender e interagir no que ser refere à democratização da comunicação no país e esta discussão traz a tona diversas indagações como a concentração e formacao dos oligopólios, a concessão de canais e acesso da população aos meios,” destacou Marcius Machado na abertura dos trabalhos.
Sobre a 1ª Conferência Nacional de Comunicação
Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital
De onde vem a Conferência
Em 2006, a XIII Plenária do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação aprovou resolução com o objetivo de articular a sociedade civil organizada e os governos, para a convocação da I Conferência Nacional de Comunicação. Em janeiro de 2009, depois de muita luta, o movimento fez história ao obter o compromisso do presidente Lula, durante o Fórum Social Mundial, em realizar a Conferência.
A Conferência, cujo tema é “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” deve ser compreendida, na teoria e na prática, como um espaço de participação popular e controle social sobre meios e instrumentos que, por sua função social, são fundamentais à cidadania, à democracia e à liberdade. Nosso compromisso, neste momento histórico, é colaborar para que a Conferência represente um processo plural, que garanta a construção de políticas públicas de comunicação mais sólidas, claras e coletivas.
As conferências nacionais, em diversas áreas, como a saúde e a segurança pública, oferecem ao Governo Federal e aos Estados subsídios para formulação de políticas públicas afirmativas em cada setor. A participação no processo da Conferência de Comunicação, como outros, é tripartite e proporcional, com representantes da sociedade civil, do empresariado e do governo. Seu objetivo é fazer um mapeamento da realidade do setor no e construir políticas públicas de comunicação, propondo um novo marco regulatório que dialogue com um projeto de desenvolvimento que promova a cidadania e a inclusão social.
Objetivos da Comissão Pré-Confecom em SC

- Preparar o conjunto do movimento social de Santa Catarina para incidir no processo da Conferência Nacional de Comunicação.
- Oportunizar um espaço para a formulação de uma opinião e uma agenda do movimento social sobre o tema da comunicação, a importância de políticas públicas e a intervenção nos municípios/regiões/estados dentro do processo de Conferência.
- Garantir a institucionalização do processo de Conferência, para que seja chamado pela esfera pública para criar um compromisso com a implementação de políticas públicas de comunicação em SC.
- Chamar a participação da população catarinense, maior consumidora e mantenedora do oligopólio da comunicação já instituído no Estado, para que possa, de fato, exercer seu direito a liberdade de expressão, tão defendido pelos empresários da mídia e por seus colaboradores.
Conteúdos a serem debatidos no processo de Conferência em Santa Catarina:
Comunicação e Disputa de hegemonia – sentido de construção de novos paradigmas, a comunicação como fundamental para a transformação social e os direitos humanos, para a mudança da cultura e a construção da justiça, a garantia de direitos fundamentais, temas relacionados a soberania nacional, a liberdade de informação e expressão, inclusão social, universalização do acesso, a diversidade cultural e religiosa, produção de conteúdo e questões de gênero e étnico-raciais
Tecnologia da Informação e Comunicação e Convergência tecnológica: a convergência tecnológica, as rádios e TVs comunitárias, a regionalização da produção e a produção independente, o sistema de comunicação, os padrões tecnológicos, desenvolvimento, cidadania e políticas públicas de comunicação – controle social, construção da cidadania, conselhos de comunicação em todos os âmbitos, financiamento, concessões, regulação/legislação, educação para a mídia, sistema de comunicação. A instalação de mecanismos de controle social que avaliem os conteúdos midiáticos produzidos pelos “donos da mídia” para que estes tenham como objetivo respeitar e contemplar a diversidade e a pluralidade do povo catarinense, desconstruindo o modelo atual que prioriza apenas o lucro.
Entidades que compõem a Comissão Regional:
Comissão Regional: AMURES, Cáritas Diocesana de Lages, Conselho Regional de Psicologia, Facvest, Uniplac, Rádio Comunitária do Coral, Sindicato dos Jornalistas, Câmara de Vereadores de Lages, Prefeitura Municipal de Lages, Nova Era TV, Grupo SCC, Rede Social de Comunicação Serra Catarinense e SDR/Lages.

Fonte: Câmara de Vereadores de Lages.

Falta de Comunicação Oficial na Web - Para criadora do clone do Blog do Planalto, portais não facilitam uso dos dados pela sociedade.

Daniela criadora do clone do blog do Planalto, analisou as páginas principais dos portais do governo federal e dos governos estaduais de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Amazonas.

Para ela, eles têm um problema em comum: "Nenhum desses portais libera as suas informações em uma licença expressamente livre, uma das características que permitiu, por exemplo, a clonagem do Blog do Planalto", diz. "Algumas pessoas defendem que o princípio constitucional da publicidade já permite que essas informações sejam ressignificadas pela sociedade, mas seria de grande avanço que esses portais expressassem claramente a vontade de verem esses conteúdos sendo remixados pelas pessoas".

Mas essa não é único problema: eles também não liberam dados em formatos processáveis por máquinas, "formatos que podem ser usados por desenvolvedores para criarem "mashups" e novos aplicativos". Isso permite que os dados sejam usados de modo a tornar, por exemplo, informações mais compreensíveis para um número maior de pessoas, por meio de gráficos ou mapas.

Também questiona –se o fato de alguns portais, caso de São Paulo e Amazonas, trazerem fotos dos governadores, o que pode contrariar o princípio constitucional da impessoalidade da comunicação dos governos com o público.

"Até que ponto a publicação dessas fotos na rede é legítima? Ou até que ponto isso é problema, considerando a dinâmica da rede? Essas são questões que ainda estão longe de ter resposta, mas que certamente precisam ser revistas por todos nós - preferencialmente, numa reflexão coletiva, e com abertura pra novas formas de se entender os processos políticos".

Por conta do princípio da impessoalidade, há quem defenda "que o blog tem que ser "do Planalto" e que o Lula não pode ter um Twitter", diz. "Mas acontece que a internet é um meio altamente direcionado à personalização, por conta da possibilidade de cada pessoa se posicionar como um "falante" do discurso público -inclusive os políticos. Então, será que o Lula não pode -ou melhor, será que ele não deve- ter um Twitter?"

Fonte: UOL – Política.

Facvest realizou palestra com Fotógrafo do Diário Catarinense


Aconteceu na última segunda-feira, 05 de outubro na sala da oitava fase de publicidade e propaganda a palestra com o fotógrafo do Diário Catarinense Alvarélio Kurossu Calisto Ferreira.

Alvarélio, que desde 2008 trabalha no sucursal de Lages, abordou o tema Foto-jornalismo e Assessoria de Imprensa, onde falou sobre as dificuldades dos jornais em publicar textos e fotos mandados por assessores de imprensa a redação.

O evento que foi uma promoção da 6ª fase de Relações Públicas e realização da Agerp, contou com a participação de cerca de 40 alunos dos cursos de comunicação Social e contabilizou 2 horas de atividades extracurricular.

Fonte: Assessoria de Imprensa – AGERP